Apertou-a entre o indicador e o polegar e a fez girar.
Vários giros consecutivos para desgastar e deixar seco.
Quando seco estava, passou para sobre a unha do dedo médio, fazendo mira e força.
Disparou.
Foi certeiro, no olho esquerdo do colega de trabalho que nada pode dizer além de:
- Credo, que porcaria!
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
domingo, 8 de agosto de 2010
Violência
Nós sempre escutamos reclamações do tipo "como o mundo está violento", "antigamente não era assim" e coisas do gênero.
E esquecemos que a nossa humanidade sempre esteve em guerra, tiranos insanos explorando suas populações, xenofobia e tantos outros atos.
Tratar da violência como algo além da nossa capacidade como ser humano, é abdicar o que realmente somos e nossos 3500 anos de história escrita, estão aí justamente para embasar que isso é parte do que realmente somos: Maus.
Esquecer da violência, é esquecer quem somos, humanos e nos tornarmos cientes do que queremos ser, seria isso o passo para evoluir?
E esquecemos que a nossa humanidade sempre esteve em guerra, tiranos insanos explorando suas populações, xenofobia e tantos outros atos.
Tratar da violência como algo além da nossa capacidade como ser humano, é abdicar o que realmente somos e nossos 3500 anos de história escrita, estão aí justamente para embasar que isso é parte do que realmente somos: Maus.
Esquecer da violência, é esquecer quem somos, humanos e nos tornarmos cientes do que queremos ser, seria isso o passo para evoluir?
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Ai que merda!
Sentou no vaso e sentiu as contrações e dilatações.
Sentia como se uma cobra saísse do seu ânus de tão firme que era aquela bosta, mas ao mesmo tempo escorregadia e viscosa.
Gritou para esposa: - Traz mais papel AMOOOOR!
Ela caiu no chão desmaiada ante o fedor
Levantou e foi acudir a esposa com as calças arriando e as bochechas da bunda meladas de bosta.
- Amor acorda! Amor acorda!
- Amor...
- Ai que bom que você acordou!
- Por favor, dá descarga.
E voltou a desmaiar.
Sentia como se uma cobra saísse do seu ânus de tão firme que era aquela bosta, mas ao mesmo tempo escorregadia e viscosa.
Gritou para esposa: - Traz mais papel AMOOOOR!
Ela caiu no chão desmaiada ante o fedor
Levantou e foi acudir a esposa com as calças arriando e as bochechas da bunda meladas de bosta.
- Amor acorda! Amor acorda!
- Amor...
- Ai que bom que você acordou!
- Por favor, dá descarga.
E voltou a desmaiar.
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Educação
- Pare essa bosta que eu quero descer, maldito ônibus de merda, maldito motorista, maldito trânsito, maldita cidade, maldito país. Ei cobrador filho da puta! vai tomar no cú, seu idiota, cara de hamburguer, preguiçoso de merda. Vai tomar no rabo, seu velho de merda, fica aí ocupando lugar, tá atrasado pra morrer. Cala a boca moleque, tu não sabe de nada, vai viver e aprender a curtir a vida. Pois não senhorita, pode passar. Humm, ô morena.
Contágio
Ela que sentou na cadeira e sentiu um calor absurdo que lhe arrepiava cada um dos pelos depilados de seu corpo, assim como os não depilados, calafrios andantes que lhe percorriam a espinha como um elevador de prédio comercial em Nova Iorque, São Paulo ou Tóquio.
Eis que foi descendo a sua própria umidade e morder os lábios era uma obrigação para consigo mesmo, para com seu corpo, para com seu desejo. Sentia os mamilos enrijecerem contra o soutien de jeito a dar um certo vácuo no entorno apesar dos tamanho apertado do apetrecho feminino.
Enrolou os cabelos de trás da orelha com dois dedinhos da mão e se contraiu em seguida.
Não resistiu e deu um pequeno "ai!" que foi quase um sussurro, não escandaloso, não agudo, um simples gemido que apenas o colega do cubículo ao lado alcançou e ao escutar começou a ter seus próprios sintomas pois o gozar é algo contagiante.
Eis que foi descendo a sua própria umidade e morder os lábios era uma obrigação para consigo mesmo, para com seu corpo, para com seu desejo. Sentia os mamilos enrijecerem contra o soutien de jeito a dar um certo vácuo no entorno apesar dos tamanho apertado do apetrecho feminino.
Enrolou os cabelos de trás da orelha com dois dedinhos da mão e se contraiu em seguida.
Não resistiu e deu um pequeno "ai!" que foi quase um sussurro, não escandaloso, não agudo, um simples gemido que apenas o colega do cubículo ao lado alcançou e ao escutar começou a ter seus próprios sintomas pois o gozar é algo contagiante.
domingo, 18 de julho de 2010
Amor, além.
Sentiu o cheiro dela no ar, era algo que misturava cerveja, colônia barata e sêmen. Ela tentou beijá-lo que desviou no ato. Tiveram um princípio de briga pois de todos aqueles odores nem um deles tinha a ver com ele, e ela era sua esposa.
Ele bebia vinho, usava Polo e não gozava na esposa.
Ela curtia uma cerveja, disfarçar sua sacanagem com perfumes baratos e o que gozassem no seu corpo, exceto no olho.
Mas ele a recolheu e lhe deu 1 banho, 2 engoves e 3 lições de compostura.
Na segunda feira, voltaram a ser um bonito casal de sociedade.
Ele bebia vinho, usava Polo e não gozava na esposa.
Ela curtia uma cerveja, disfarçar sua sacanagem com perfumes baratos e o que gozassem no seu corpo, exceto no olho.
Mas ele a recolheu e lhe deu 1 banho, 2 engoves e 3 lições de compostura.
Na segunda feira, voltaram a ser um bonito casal de sociedade.
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Não lambe não.
E ele que achava que já tinha visto, ouvido e experimentado de tudo, escutou:
- Posso lamber sua quelóide?
- O quê?
- Sua quelóide, essa cicatriz aqui.
- Não, claro que não!
- Ela não é sensível?
- Não, claro que não!
- Vai, deixa eu lamber, não vai doer nada em você e o pior que pode acontecer é eu me excitar.
- Cai fora!
- Mas...
- Cai fora! Sai daqui.
E ele pensou no valor sentimental que tinha aquela maldita cicatriz que o fazia lembrar da morte de seus filhos gêmeos, de sua amada esposa e de seu cachorro Totó.
- Posso lamber sua quelóide?
- O quê?
- Sua quelóide, essa cicatriz aqui.
- Não, claro que não!
- Ela não é sensível?
- Não, claro que não!
- Vai, deixa eu lamber, não vai doer nada em você e o pior que pode acontecer é eu me excitar.
- Cai fora!
- Mas...
- Cai fora! Sai daqui.
E ele pensou no valor sentimental que tinha aquela maldita cicatriz que o fazia lembrar da morte de seus filhos gêmeos, de sua amada esposa e de seu cachorro Totó.
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